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Prontuário eletrônico odontológico com odontograma

Prontuário eletrônico odontológico com odontograma por face, anamnese personalizável, evolução com ditado por voz e briefing clínico gerado por IA.

Ficha digital do paciente no OdontoNexo, com o Mapa Odontológico Histórico marcando dentes existentes, realizados e ausentes, a legenda de condições e a linha do tempo de evolução logo abaixo

Em resumo

  • O prontuário eletrônico odontológico do OdontoNexo reúne cadastro, odontograma, anamnese, agendamentos, financeiro, documentos e conversas de WhatsApp nas seis abas da mesma ficha do paciente.
  • O odontograma marca o dente inteiro ou uma face específica (vestibular, lingual, mesial, distal e oclusal ou incisal), tem versão para dentes decíduos e mostra dentes ausentes apagados com um X.
  • Cada clínica monta o próprio formulário de anamnese, e o paciente preenche pelo celular por um link enviado no WhatsApp, com as respostas sincronizando sozinhas na ficha.
  • O Tiago, assistente clínico de IA do OdontoNexo, lê a anamnese, as condições do odontograma e o plano de tratamento para gerar um briefing antes da consulta, sem inventar dados que não estão na ficha.

Por que a ficha de papel para de servir

Uma ficha de papel funciona bem enquanto o paciente é novo. O problema aparece no segundo ano, quando ele volta com uma queixa, e a informação de que você precisa está espalhada: o odontograma inicial numa folha, a anamnese noutra, três evoluções escritas por dois profissionais diferentes com caligrafias diferentes, e o orçamento de 2024 numa pasta separada.

O custo disso raramente aparece como um erro grave. Ele aparece como atrito diário. O dentista entra na sala sem saber que o paciente usa anticoagulante. A recepção não sabe dizer se aquele canal já foi feito. Ninguém consegue provar, dois anos depois, que o dente 26 já estava fraturado quando o paciente chegou.

Um prontuário eletrônico odontológico resolve isso ao guardar as informações ligadas umas às outras, e não em documentos soltos. É essa ligação, mais do que a digitalização em si, que muda a consulta.

A ficha do paciente em seis abas

No OdontoNexo, cada paciente tem uma ficha única dividida em seis abas, e a busca localiza por nome, CPF ou telefone em tempo real:

O ganho prático é não precisar sair da ficha para responder a uma pergunta sobre o paciente. Ela responde clínico, financeiro e comunicação no mesmo lugar.

Odontograma com marcação por face

O mapa odontológico é a peça central do prontuário odontológico. No OdontoNexo, clicar no número do dente marca o dente inteiro, e clicar numa face marca apenas aquela face.

As faces são vestibular, lingual, mesial, distal e a face central, que o sistema nomeia conforme a posição do dente: Incisal nos anteriores (incisivos e caninos) e Oclusal nos posteriores. Um botão alterna para a dentição decídua, para atendimento pediátrico.

Dentes marcados como ausentes aparecem apagados, com um X e a legenda Ausente, o que evita a confusão clássica entre um dente que não foi avaliado e um dente que não existe mais. O sistema distingue ainda Ausente (extraído), um dente que existiu e foi perdido, de Agenesia, um dente que nunca se formou.

Condições pré-existentes separadas do tratamento

Há uma diferença que quase nenhum software respeita: registrar o que o paciente já tinha não é a mesma coisa que planejar tratamento nem que registrar o que foi feito.

O OdontoNexo trata essas três coisas como atos clínicos distintos:

AtoPara que serveTem valor financeiro
Registrar CondiçãoAnotar o estado atual da boca na avaliaçãoNão
OrçamentoPlanejar o tratamento futuroSim
EvoluçãoRegistrar o que foi executado na consultaOpcional

Em Registrar Condição você escolhe a condição (cárie, restauração existente, implante, coroa, prótese, canal tratado, faceta, fratura, raiz residual, restauração temporária, mobilidade, dente ausente), marca os dentes ou faces no odontograma, escreve uma observação e informa a origem da informação: Verificado clinicamente, que é o padrão, ou Relatado pelo paciente.

Esse campo de origem parece pequeno e é o que sustenta a ficha depois. Ele registra a diferença entre o que você examinou e o que o paciente contou.

O modal continua aberto depois de salvar, para você registrar várias condições em sequência durante o exame inicial, sem reabrir a tela a cada uma.

Anamnese digital, no formulário da sua clínica

A anamnese fica na aba Documentos e pode chegar ao paciente por dois caminhos: um botão que envia por WhatsApp um link seguro e exclusivo daquele paciente, que ele preenche no celular com sincronização automática, ou o link público de cadastro online, onde a anamnese é a segunda etapa do formulário.

O formulário não é fixo. Em Configurações, na aba Anamnese, a clínica adiciona, renomeia, reordena e remove perguntas, e escolhe o tipo de resposta de cada uma: Sim/Não, Sim/Não com detalhe, texto livre, número ou seleção. Perguntas podem ser marcadas como obrigatórias ou como alerta clínico.

Duas proteções importam aqui:

  1. Perguntas de segurança clínica não podem ser excluídas. Alergias, uso de anticoagulante, problema cardíaco, gravidez, doença transmissível e medicação em uso podem ser renomeadas ou reordenadas, nunca removidas.
  2. Remover uma pergunta não apaga respostas. As respostas antigas continuam visíveis num bloco de versões anteriores da ficha.

As perguntas marcadas como alerta clínico alimentam o aviso de alerta médico na ficha e entram no briefing pré-consulta.

Linha do tempo de evolução, com ditado por voz

Cada atendimento vira uma entrada na linha do tempo de evolução, com o profissional, a data e a hora. O registro aceita a nota do que foi feito, o vínculo opcional a um plano de tratamento, os dentes ou regiões marcados por um odontograma sobreposto, um tratamento do catálogo e uma cobrança opcional.

A evolução pode ser criada de dois lugares: pelo botão Adicionar Evolução na própria linha do tempo, ou direto da agenda, abrindo a consulta e clicando em Registrar Evolução, caso em que tratamento, profissional e horário já vêm preenchidos e a consulta passa sozinha para Realizado.

Todos os campos de anotação clínica têm um botão Ditar. O sistema grava até 60 segundos do microfone e transcreve por IA direto no campo. Na prática é o que faz a evolução ser escrita na cadeira, e não empurrada para o fim do dia, que é quando ela deixa de ser escrita.

Quando a evolução não é vinculada a nenhum plano, ela vai para um grupo chamado Atendimentos Avulsos, que é onde ficam profilaxias, retornos e procedimentos pontuais sem perder o vínculo com o paciente.

O briefing clínico antes da consulta

O prontuário fica mais útil quando alguém o lê antes da consulta, e é aí que quase todo sistema falha, porque ninguém tem cinco minutos livres entre pacientes.

O Tiago, o assistente clínico de IA do OdontoNexo, gera um resumo do paciente a partir da própria ficha. Ele reúne o perfil, os pontos clínicos da anamnese, os achados do odontograma (as condições pré-existentes, separadas do plano), os procedimentos planejados no plano atual, o histórico de planos anteriores, alertas de parcelas em atraso e uma sugestão de abordagem para o atendimento.

Duas restrições valem a pena registrar. Ele usa apenas dados reais da ficha e não inventa informação clínica. E quando a anamnese veio migrada de outro sistema como PDF assinado, ele lê o próprio PDF e indica entre parênteses que aquele dado veio da anamnese migrada, em vez de tratá-lo como campo estruturado.

Prontuário que veio de outro sistema

Quem troca de software chega com histórico, e a pergunta certa não é se o prontuário antigo entra, é em que formato ele entra.

Na migração assistida, o prontuário, as evoluções, a anamnese, os orçamentos e as imagens dos pacientes ativos vêm junto. A anamnese costuma vir como PDF assinado, e não como respostas estruturadas, porque é assim que a maioria dos sistemas exporta. Nesse caso a ficha mostra um aviso indicando de qual sistema e em que data ela foi importada, com um botão para abrir o PDF original.

Os campos estruturados começam em branco e vão sendo preenchidos conforme o paciente é atendido. Não há perda de dado, há digitalização gradual, e o Tiago continua lendo o PDF enquanto isso.

Prontuário de papel, prontuário genérico e prontuário odontológico

O que você precisa Papel Prontuário genérico OdontoNexo
Marcar uma face específica do dente Desenho à mão Não tem odontograma Odontograma por face, com dentição decídua
Separar o pré-existente do tratado Depende da anotação Não Registrar Condição, com origem da informação
Paciente preencher a anamnese antes de chegar Prancheta na recepção Formulário genérico Link no WhatsApp, formulário da própria clínica
Escrever a evolução sem digitar Manuscrito Não Ditado por voz transcrito por IA
Chegar na consulta já sabendo do paciente Ler a pasta antes Ler a tela antes Briefing do Tiago a partir da ficha
Saber quem alterou o registro e quando Não Varia Autor, data e hora em cada evolução

Prontuário é dado sensível

O prontuário odontológico é dado pessoal sensível pela LGPD, o que coloca sobre a clínica obrigações concretas de controle de acesso, rastreabilidade e resposta a pedidos do titular. Isso não é papel do software sozinho, mas o software determina o quanto disso é viável no dia a dia.

No OdontoNexo, o acesso é por perfil de usuário, cada evolução guarda autor, data e hora, e as ações automáticas ficam registradas na aba Conversas com resultado de sucesso ou falha. O consentimento do paciente é capturado na própria anamnese.

Se você quer a leitura completa do que a lei exige de uma clínica, escrevemos um guia sobre prontuário odontológico digital e LGPD.

Como começar

O caminho mais curto é não tentar digitalizar o passado inteiro de uma vez. Personalize a anamnese primeiro, porque ela é o formulário que todo paciente novo vai preencher, e envie o link pelo WhatsApp para os pacientes que já têm consulta marcada.

A partir daí, cada paciente atendido entra no prontuário eletrônico de forma natural: condições pré-existentes na primeira avaliação, evolução ditada na cadeira, plano de tratamento quando houver. Em poucas semanas a ficha digital passa a ser mais completa que a de papel, sem nenhum mutirão de digitação.

O plano gratuito do OdontoNexo é grátis por 1 ano ou até 20 pacientes, sem cartão de crédito, e inclui o prontuário completo. Todos os planos incluem todas as funcionalidades, o que muda entre eles é volume.

Perguntas frequentes

O que é um prontuário eletrônico odontológico?

É o registro clínico completo do paciente em formato digital, no lugar da ficha de papel. Em odontologia ele precisa carregar coisas que um prontuário médico genérico não carrega: o odontograma com marcação por dente e por face, o histórico de condições pré-existentes, os planos de tratamento com os procedimentos previstos e realizados, a anamnese e os exames de imagem. No OdontoNexo tudo isso mora na mesma ficha, junto com agendamentos, financeiro e o histórico de conversas de WhatsApp daquele paciente.

O prontuário digital tem validade legal no Brasil?

O registro clínico em meio eletrônico é aceito, e o que muda em relação ao papel são as exigências de guarda, rastreabilidade e proteção dos dados. O prontuário é dado pessoal sensível pela LGPD (Lei 13.709/2018), o que obriga a clínica a controlar quem acessa, registrar o que foi feito e responder a pedidos do titular. No OdontoNexo cada usuário tem um perfil de acesso, as evoluções ficam registradas com autor, data e hora, e os dados ficam em servidores com backup. Escrevemos um guia separado sobre o que a LGPD exige do prontuário odontológico no dia a dia.

Consigo marcar apenas uma face do dente no odontograma?

Sim. Clicar no número do dente marca o dente inteiro, e clicar numa face marca só aquela face. As faces disponíveis são vestibular, lingual, mesial, distal e a face central, que aparece como Incisal nos dentes anteriores (incisivos e caninos) e como Oclusal nos posteriores. Existe também um botão para alternar para a dentição decídua no atendimento pediátrico.

Dá para separar o que o paciente já tinha do que a clínica tratou?

Sim, e essa separação é explícita. Registrar Condição serve para anotar o estado atual da boca na primeira avaliação, coisas que o paciente já trouxe, como cárie, restauração existente, implante, coroa, canal tratado, fratura, mobilidade ou dente ausente. Ela não tem valor financeiro e não entra na linha do tempo de evolução. Orçamento é o tratamento planejado e Evolução é o que foi executado. Manter os três separados é o que permite provar depois o que era pré-existente.

Como o paciente preenche a anamnese?

Pelo celular. Na aba Documentos da ficha existe um botão que envia por WhatsApp um link seguro e exclusivo daquele paciente, e as respostas sincronizam sozinhas quando ele termina. Pacientes novos também podem preencher pelo link público de cadastro online, onde a anamnese é a segunda etapa do formulário. Nos dois casos vale o formulário atual da clínica.

Posso mudar as perguntas da anamnese?

Sim. Cada clínica monta o próprio formulário em Configurações, na aba Anamnese, onde dá para adicionar, renomear, reordenar e remover perguntas e escolher o tipo de resposta. Um grupo de perguntas de segurança clínica (alergias, uso de anticoagulante, problema cardíaco, gravidez, doença transmissível e medicação em uso) é protegido: pode ser renomeado ou reordenado, mas não excluído. Se você remover uma pergunta, as respostas antigas continuam visíveis num bloco de versões anteriores, nada é apagado.

Onde ficam as radiografias e as fotos clínicas?

Dentro do fluxo clínico, na etapa de Mapeamento, existe uma seção de Anexos para upload de radiografias e fotos intraorais. Esses arquivos ficam vinculados ao plano de tratamento e aparecem na aba Gerenciamento Clínico, dentro do histórico daquele plano. A aba Documentos é outra coisa: ela guarda documentos administrativos, como orçamentos, contratos, aditivos, anamnese e receitas.

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